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A Amoreira (Morus nigra) é uma árvore da família Moraceae.
Árvore que chega facilmente a 12 metros de altura (se não houver podas), a amoreira possui folhas em formato de coração (cordiformes), inteiras ou lobuladas, com as bordas serrilhadas. No inverno normalmente as mais velhas ficam amarelas e caem completamente. As flores são pequenas, na cor branco-amarelada.
Um pé de amora é praticamente inconfundível, com suas frutinhas doces, que mais parecem a cachos de uva em miniatura (que se tornam roxo-escuros, quase pretos, quando maduros).
Vale dizer: é o território preferido do bicho-da-seda, que se alimenta de suas folhas e não de seus frutos (no caso, a amoreira-branca).
As amoras (os frutos) podem ser consumidas in natura ou através de sucos, sorvetes, geléias, licores, vinhos, xaropes e vinagres. Uma coisa é certa: essa frutinha é rica em água, açúcar e vitamina C. São duas as espécies principais: a Morus nigra (a preta) e a Morus alba (branca).
Como tem alta concentração de cálcio e potássio, serve respectivamente no combate à osteoporose e como tônico muscular (para quem pratica esportes com frequência).
Floresce de junho a dezembro já os frutos amadurecem de setembro a março e são muito apreciados pelos pássaros.
De crescimento rápido, esta árvore se adapta facilmente ao clima tropical (entenda-se por um lugar de temperatura amena a quente, com água disponível, solos profundos e ricos em matéria orgânica). Propaga-se através de estacas de caule.
Periquitos, sabiás, sanhaços e saíras, entre outras.
Natural da Ásia. Cresce bem em toda parte, é encontrada de forma espontânea em praticamente todas as regiões do país.